Quando o coração perde as cores.




"Eu sou o resultado das coisas que meu coração retém segurando-as para si.  Deixar todas elas partirem, assim a mente repousa em sua natureza."


Eu (a minha personalidade) sou o resultado das coisas às quais me apego:
O que meu coração reter de mal, me fará agir conforme este mal e assim sentir suas consequencias.
O que meu coração reter de bem, me fará agir conforme este bem e assim sentir suas consequencias.
Minhas ações e minha personalidade são um resultado daquilo que está preso em meu coração.
Deixar as coisas passarem chegando e partindo, fluindo sem encontrar lugar em que se prendam.
Assim, livre do bem, livre do mal.
O coração, contente, serve ao seu motivo.
Enquanto a mente dirige o seu olhar contemplando as profundezas,
Onde a raiz de toda a existenicia, em silêncio, permanece.
A única natureza sustentadora da multiplicidade é a única morada da paz livre de qualquer perturbação oscilatória.
Oferece tranquilidade ao coração liberto do bem e livre do mal.
Na pureza do coração: A bondade e o amor, naturalmente e sem esforço algum, manifestam-se exalando o perfume de sua presença.

Deixar as coisas chegarem e partirem:
O que quer que seja retido formará a Personalidade, o Egoísmo.
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